sábado, 14 de setembro de 2013

Organização e Gestão do Currículo do 1º Ciclo do Ensino Básico

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O Decreto Legislativo Regional n.º 21/2010/A estabeleceu os princípios orientadores da organização e da gestão curricular da educação básica para o sistema educativo regional, incluindo o mínimo de horas semanais para cada área curricular.

O diploma ainda está em vigor, mas para o ano escolar 2013/2014 ficou determinado que as áreas de Português e de Matemática teriam, cada uma, 6h30min na carga horária semanal.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Ministro da Educação e Ciência homologa versão final do Programa de Matemática do Ensino Básico



O Ministro da Educação e Ciência homologou ontem a versão final do Programa de Matemática do Ensino Básico, na sequência do período de discussão pública, que decorreu de 23 de abril a 31 de maio, e após a integração dos contributos recebidos de escolas, professores e de instituições científicas e profissionais.
Na sequência das orientações adotadas, o Programa de Matemática do Ensino Básico agregou as Metas Curriculares, constituindo-se assim um documento curricular único e coerente. O novo Programa beneficiou de clarificações facultadas pela experiência de aplicação das Metas Curriculares durante o ano letivo que agora termina.
Com base em investigação reconhecida sobre o ensino da Matemática, o presente Programa apresenta uma estrutura curricular sequencial,  atendendo a que a aquisição de certos conhecimentos e o desenvolvimento de certas capacidades depende de aquisições prévias.
A preocupação de potenciar e aprofundar a compreensão dos conceitos matemáticos e das respetivas aplicações desempenhou um papel fundamental na elaboração deste documento, pois constituem o resultado desejável de todo o ensino da Matemática.
Foram tidas em conta as finalidades e os conteúdos da disciplina, complementando-se assim as Metas Curriculares, que têm como propósito enunciar de forma organizada e sequencial os objetivos fundamentais da Matemática.
A devolução da autonomia pedagógica às escolas e aos professores constitui outro propósito a alcançar com o novo Programa. Reconhece-se que a experiência acumulada das escolas e dos professores  é um elemento determinante do sucesso educativo.
Explicitando a aprendizagem essencial a realizar pelos alunos em cada um dos três ciclos do Ensino Básico e em cada um ano dos nove anos de escolaridade desse nível de ensino, este Programa constitui a referência para a disciplina. Essa referência é fundamental tanto em termos do trabalho ao nível das escolas, no apoio ao trabalho de planificação, de lecionação e de avaliação, como para o Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) no apoio à elaboração das diferentes provas nacionais. Este documento é ainda importante para os encarregados de educação no acompanhamento dos seus educandos.
O novo Programa substituirá progressivamente o anterior, devendo a sua implementação acompanhar, ano a ano, o calendário estabelecido para a implementação das Metas Curriculares. O anterior Programa continuará a servir como documento de apoio nos anos para os quais as Metas não são ainda obrigatórias.
Foi assim alcançado o objetivo do Ministério da Educação e Ciência de concluir o Programa de Matemática antes do arranque do ano letivo 2013/2014. Esta medida é de extrema importância e, conjugada com a Revisão da Estrutura Curricular, decisiva para o futuro da Educação. ( Governo de Portugal - Ministério de Educação e Ciência)

Instituto de Avaliação será independente do Ministério da Educação


O Conselho de Ministros aprovou a criação do Instituto de Avaliação Educacional, que substitui o Gabinete que exercia a mesma função. Na conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros, o Ministro da Educação e Ciência afirmou que essa alteração representa a «desgovernamentalização do serviço que deixa, a partir de agora, a administração direta» do seu ministério. A nova orgânica é «um ponto fundamental do programa do Governo, necessário para criar uma entidade independente que produza exames e outras provas estáveis com independência do poder político».
O Instituto de Avaliação Educativa, Instituto Público terá um Conselho geral, um conselho diretivo e um conselho científico. «O Ministério da Educação e Ciência está em minoria nesse conselho geral, que nomeia as personalidades que poderão compor o conselho diretivo», referiu o Ministro.
«Passa a estar incluído no IAVE» um conselho científico, o qual «passa a ter uma maior projeção dentro do Instituto», sendo «constituído por sociedades científicas e associações de professores».
«O IAVE passará a ter uma missão alargada. Não só rege as provas da carreira docente, de língua portuguesa, como prestará serviço à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e terá a seu cargo a relação com o PISA [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes] e outros programas», afirmou Nuno Crato.
«É um passo fundamental no sentido de criar estabilidade e independência na elaboração dos exames», referiu o Ministro, acrescentando que «as relações entre o Ministério da Educação e Ciência e o IAVE serão públicas e serão tornados públicos todos os pedidos, de forma a promover total transparência entre o instituto e o Ministério da Educação». ( Governo de Portugal - Ministério de Educação e Ciência)


sábado, 1 de junho de 2013

PROPOSTA DE PROGRAMA DE MATEMÁTICA PARA O ENSINO BÁSICO


O Ministério da Educação e Ciência apresenta uma proposta de Programa de Matemática para o Ensino Básico, que entrará em vigor no início do ano letivo 2013/2014. O documento faz os reajustes necessários ao programa de 2007, mantendo no essencial o seu conteúdo de forma sistematizada e organizada e retirando as indicações metodológicas específicas, de forma a dar mais liberdade pedagógica aos professores.
O programa complementa as metas curriculares da disciplina de Matemática de forma a criar um documento orientador único. Após a experiência deste ano de aplicação das metas nalgumas escolas e da adaptação dos manuais escolares, tornou-se necessário proceder a clarificações indispensáveis à concretização da articulação entre o programa e as metas, de forma a facilitar o ensino.
Com base em investigação recente, adotou-se uma estrutura curricular sequencial. Promove-se uma aprendizagem progressiva, na qual se caminha etapa a etapa, respeitando a estrutura cumulativa da disciplina. O desenvolvimento da abstração e a preocupação de potenciar e aprofundar a compreensão dos conceitos e a sua aplicação desempenham um papel fundamental, pois são resultado desejável e objetivo central de todo o ensino da Matemática.
Devolver a autonomia pedagógica aos professores é outro objetivo. Reconhece-se que a experiência acumulada dos professores e das escolas é um elemento fundamental no sucesso educativo, pelo que não se pretende espartilhar e diminuir a sua liberdade pedagógica nem condicionar a sua prática letiva. O documento tem em conta as finalidades da disciplina, os conteúdos e os objetivos a atingir, complementando assim as metas curriculares, que têm como propósito enunciar de forma organizada e sequencial os conteúdos referenciados aos objetivos da disciplina.
Este programa substituirá progressivamente o anterior. A sua implementação acompanhará, ano a ano, o calendário estabelecido para a implementação das metas curriculares. O antigo programa continuará a servir como documento de apoio nos anos para os quais as metas não são ainda obrigatórias.
Com esta proposta e após a incorporação dos contributos, nomeadamente dos professores, teremos a partir do dia 17 de junho um novo Programa de Matemática para o Ensino Básico. O Ministério da Educação e Ciência dá assim mais um passo decisivo para melhoria do ensino em Portugal.
(Ministério da Educação e Ciência - Direção Geral da Educação, 23 de abril de 2013)



Teste Intermédio - Matemática - 2012/2013


Consulte, nos links que se seguem, o Teste Intermédio de Matemática realizado no passado dia 31 de maio.



Teste Intermédio - Português - 2012/2013


Consulte, nos links que se seguem, o Teste Intermédio de Português realizado no passado dia 28 de maio.





sábado, 25 de maio de 2013

MEC anuncia que apoio ao estudo e coadjuvação serão componente letiva

O apoio aos alunos e a coadjuvação vão passar a ser considerados componente letiva, adiantou hoje o secretário de Estado da Administração Escolar, conforme previsto no despacho de organização do ano escolar ainda por divulgar.
"Está concluído o despacho de organização do ano escolar, que tipifica com muita clareza todas as atividades e funções que são exercidas nas escolas e que para completar horário serão componente letiva", disse hoje o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, precisando ainda que do diploma constam o apoio aos alunos e a coadjuvação como componente letiva.

O governante falava aos jornalistas no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, depois de terminada a primeira ronda negocial com os sindicatos de professores relativa às novas regras aplicáveis à função pública.

O alargamento das atividades que passam a ser consideradas componente letiva foi apontado por Casanova de Almeida como um instrumento para combater os professores com 'horário zero'.

Na recentemente anunciada reformulação das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) do 1.º ciclo, o Ministério avançou que vai passar a assumir a primeira das duas horas de atividades, retirando esses 60 minutos da competência das autarquias, como acontecia até agora, com o pressuposto de que essa hora ficará dedicada ao estudo acompanhado e apoio aos alunos.

Quando anunciou esta alteração, o Ministério da Educação e Ciência (MEC), pela voz do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, adiantou que o acompanhamento seria assegurado por professores.

Estes 60 minutos de apoio ao estudo que vão passar a estar sob a responsabilidade do MEC podem assim vir a absorver alguns docentes sem turmas atribuídas.

A coadjuvação, que é uma ajuda em sala de aula ao professor da turma por parte de outro professor, pode acontecer por exemplo, no 1.º ciclo, na área de expressões, por parte de docentes de outros níveis de ensino pertencentes ao agrupamento, ou, nos restantes ciclos do ensino básico e no ensino secundário, em qualquer disciplina desde que com recurso a professores da mesma escola.

Lusa / EDUCARE | 2013-05-24

Provas Finais e Provas de Equivalência à frequência do 1º Ciclo